Calculadora CLT x PJ - Simples Nacional - com fator R - INSS - Imposto de Renda

Calculadora CLT x PJ 2026

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Atualizada em 2026!

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Calculadora CLT x PJ com Reforma Tributária. Planilha de salário CLT x PJ.

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Isenção de Imposto de Renda até R$ 20 mil para profissionais PJ

Feliz 2026, com isenção de IR para os PJs até R$ 20 mil por mês!

Feliz 2026 pra você que é (ou pretende ser) PJ! 🎉 E também para todos que, como nós, trabalham independente do regime. Vamos ver hoje o que a nova isenção do imposto de renda significa para os profissionais PJ!

Começo o ano com a mesma missão de sempre: traduzir o “contabilês/juridiquês” das novas regras em algo que faça sentido pra quem está no dia a dia entregando código, projeto, consultoria… e precisa saber se a conta continua fechando no final do mês.

Este ano já começou com a manchete da isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, tributação de dividendos e, como sempre, o impacto para profissionais PJ é bem diferente do que aparece na chamada do jornal.

Sobre a isenção do Imposto de Renda até R$ 5.000, vamos a alguns pontos:

Ponto 1: gambiarra tributária (mais uma)

Atenção aos detalhes: trata-se de uma isenção para quem ganha… até R$ 5 mil por mês.

Não se discute aqui o quão coerente seja isentar essas pessoas do IR, e dos bons efeitos macroeconômicos.

O questionável é a falácia propagada pelo Governo e Grande Mídia: na verdade, a tabela do imposto de renda não foi atualizada. Ela continua a mesma, com um penduricalho a mais: um descontinho* especial.

*Esse desconto ainda existe, mas é reduzido, para quem ganhar de R$ 5.000,01 a R$ 7.350.

Já quem ganhar R$ 7.350, com um centavo a mais…

Ponto 2: CLT se ferra de novo, até na isenção do Imposto de Renda

Quem tiver salário de R$ 7.350,01 não tem desconto nenhum. Isto é, continua pagando os 27,5% de sempre para o imposto de renda.

O correto seria revisar a tabela do IR inteira, talvez até incluindo mais faixas, e manter os primeiros R$ 5.000 isentos para todos. Mas em vez disso, foi instituído numa tabela paralela o intervalo dos 5 a 7,35 mil para ser uma “escadinha”

Ponto 3: Profissionais PJ se beneficiam da isenção do Imposto de Renda 👍

Os profissionais PJ estão sujeitos ao Imposto de Renda Pessoa Física apenas em uma parcela do seu “salário” bruto. (Por “salário”, entenda-se: rendimentos brutos do PJ).

Seguindo nossas recomendações padrão de otimização tributária, o profissional PJ declara 28% do seu salário como pró-labore – e é sobre este valor que pagará o IR.

Então, para ter um pró-labore de R$ 5.000 e sair da isenção total, é necessário um salário PJ de R$ 20.000 por mês.

Então, até R$ 20 mil por mês, o(a) PJ está isento do IRPF, ao contrário do que era antes!

Isso quer dizer que, mesmo tendo alta renda, os profissionais PJ acabaram ganhando um descontinho nos seus tributos, lembrando que o IRPF nunca foi o maior custo dos PJ’s.

Ponto 4: Tributação de Dividendos

Mas em contrapartida a tudo isso, o Governo instituiu um novo imposto visando abocanhar os dividendos – até então isentos totalmente.

No caso dos profissionais PJ, dividendo é tudo aquilo que sobra depois de declarar o pró-labore. Isto é, 72% do salário bruto.

Porém, só entrou na mira quem recebe dividendos acima de R$ 50 MIL por mês (ou R$ 600 mil por ano). Também não se discute aqui a coerência dessa tributação…

Mas este cenário, definitivamente, não é o de profissionais PJ assalariados. Para ter um dividendo desses, seria necessário um salário bruto de R$ 60 mil por mês. E só por isso podemos concluir que seguimos isentos da tributação de dividendos!

Como se não bastasse, uma segunda discussão vem se desenrolando sobre a aplicabilidade dessa nova Lei a empresas do Simples Nacional, pois ela entra em conflito não só com a Lei que rege o Simples, mas também com a própria Constituição Federal. Mas ainda não há sinal de consenso.

Lembrando que não faz sentido para o profissional PJ constituir sua firma fora do Simples Nacional, há mais essa camada de proteção contra a tributação de dividendos.

Resumo e Conclusão

Os profissionais PJ ganharam a Isenção de Imposto de Renda, ao passo que seguem ilesos de qualquer aumento de imposto nos dividendos! 👍

Enfim, trabalhar como PJ parece ter ficado ainda mais vantajoso, apesar de ainda haver várias discussões em andamento.

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STF faz audiência pública sobre Pejotização

STF faz Audiência Pública sobre Pejotização. Veja o que foi falado e nossa leitura.

Neste mês de Outubro, o STF conduziu uma produtiva audiência pública sobre o tema da Pejotização, ocasião em que ouviu 48 especialistas oriundos de sindicatos, fisco, governo, empresariado, advogados e do setor de tecnologia.

Antes, em Abril de 2025, a Suprema Corte havia congelado todos os processos que envolviam pejotização nas varas trabalhistas, até que pudesse consolidar um entendimento que pacificasse o tema.

O que a Sociedade levou ao STF?

Após ler um resumo de cada um dos discursos proferidos, eu particularmente achei o conjunto muito bem equilibrado, no sentido de diversidade de pontos de vista. Evidentemente, porém, muitos dos especialistas trouxeram vieses, e outros mostraram não estar cientes de distinções básicas que nós sempre falamos, como os mitos da pejotização.

Mas antes de emitir minha opinião, eu pedi a um LLM que conjugasse toda essa diversidade num único texto, e o resultado ficou muito bom! Veja:

Resumo da Audiência Pública no STF sobre Pejotização

Minha opinião

No geral, eu tenho pouco a acrescentar ao que foi falado no STF – apenas alguns detalhes circunstanciais:

  • Rombo no INSS: Foi falado que ao menos uma parcela da culpa é da pejotização. Eu diria que uma parcela mínima… Mas ninguém lembrou que parte dos impostos arrecadados no Simples Nacional vão ao INSS sem gerar nenhuma contrapartida aos sócios do CNPJ. Poupemo-nos de citar os escândalos recentes…
  • Qual é o problema de o “PJ” ter horário, metas e subordinação? A pejotização tem o objetivo declarado de pagar menos impostos; e não de criar uma ala VIP na empresa.
  • Então, a perda de arrecadação é uma realidade. Mas ninguém parece ter lembrado o Governo da solução mais óbvia: um sistema tributário isonômico (que aplique a mesma régua) a todos: empresários, empregados, rentistas e investidores. Se isso existisse no Brasil, nem haveria pejotização.
  • Fraudes: É realmente necessário distinguir fraudes de contratações legítimas. O próprio STF já vinha usando como critério a hipersuficiência do profissional (bem como o grau de qualificação).
  • Nessa discussão, muito se fala de uma profissão relativamente nova: o pessoal dos aplicativos como Uber e iFood. Eu costumo incluí-los na categoria dos trabalhadores autônomos, que não é a mesma dos PJ’s. São situações distintas, mas nem todos souberam diferenciar.
  • Como eu explico no livro Trabalhando como PJ, é fraude sim “pejotizar” recepcionistas, garçons, porteiros, segurança, limpeza e empregos que acabam no MEI.

Por fim, nas palavras do ministro Gilmar Mendes, “saímos deste encontro devidamente informados, mais sensíveis aos desafios apresentados e ainda mais comprometidos com a busca por soluções justas, inovadoras e viáveis”.

Contra a pejotização? Por que tanta gente critica a pejotização?

Por que tanta gente critica a pejotização sem entender do que está falando?

Boa parte das críticas à pejotização nasce de uma confusão básica: generalizar uma prática consolidada em setores específicos como se fosse um problema generalizado do mercado. É comum ouvir que a pejotização é “ilegal” ou “uma precarização”, mas isso revela mais desconhecimento do que um argumento sólido.

Quem realmente atua em mercados pejotizados — como TI, consultoria, saúde e projetos — sabe que esse modelo surgiu como uma resposta às limitações e custos da CLT (para patrão e empregado).

Profissionais com alta qualificação e salários elevados frequentemente preferem abrir mão de certas “proteções” em troca de mais liberdade, flexibilidade tributária e dinheiro no bolso. A própria Justiça já reconheceu a validade dessas relações, principalmente no caso dos chamados hipersuficientes.

Mas claro: há maus patrões. E há maus contratos. A prática de forçar um recepcionista ou segurança a atuar como PJ por R$ 2.000,00 não tem nada a ver com a essência do modelo. Assim como não culpamos a CLT pelos abusos de chefes tóxicos, também não faz sentido culpar o regime PJ por contratos ruins.

Nestes casos, o problema está na empresa — e não no modelo PJ.

Uma reflexão sobre nossos próprios viéses

A tendência de aplicar julgamentos apressados com base em ideias prontas é algo muito bem abordado no livro You Are Not So Smart, que mostra como nosso cérebro cria atalhos mentais (nem sempre inteligentes) para lidar com a complexidade. E isso vale também para o debate sobre pejotização.

Esses julgamentos apressados se tornam ainda mais evidentes quando olhamos para os chamados “vieses cognitivos”. Um exemplo clássico é o priming, que mostra como uma simples exposição prévia a uma ideia pode influenciar nossa percepção sem que a gente perceba. Outros vieses, como o viés de confirmação (buscar apenas informações que reforcem o que já acreditamos) e o efeito Dunning-Kruger (achar que entende mais do que realmente entende), também ajudam a explicar por que tanta gente repete que “ser PJ é ilegal” sem nunca ter lido uma decisão do STF sobre o tema. Ou pior, não pertencendo ao contexto onde a pejotização faz sentido.

Quer saber o que vale a pena? Avalie a proposta. Compare os números. E acima de tudo: entenda o cenário antes de emitir um veredito.

Nossa Calculadora CLT x PJ com certeza vai te ajudar a por ordem no caos!

Contabilidade para médicos

Como se faz contabilidade para médicos?

Muitos profissionais de saúde se surpreendem ao descobrir que a contabilidade para médicos não é uma coisa única. Isso porque o momento da carreira, o volume de faturamento e o modelo de atuação influenciam diretamente nas obrigações fiscais e no quanto de imposto pode ser economizado.

Por isso, ao pensar na melhor estrutura contábil, é importante entender em qual dos três cenários típicos o médico(a) se encontra — e, a partir disso, tomar decisões conscientes e seguras.

Médico Autônomo

O primeiro cenário é o do médico autônomo, que geralmente tem um consultório pequeno ou até mesmo atende em domicílio.

Muitos médicos deste perfil costumam recolher impostos na pessoa física através do Carnê-Leão, cujo IR pode chegar até 27,5% sobre o lucro. Além disso, a contabilidade costuma ser mais simples, porém mais cara no bolso ao fim do mês.

Entretanto, nada impede que os autônomos abram seu próprio CNPJ, embora isso só faça sentido se ele ou ela ganhar mais do que R$ 10 mil por mês.

Médico Autônomo com alto faturamento

Este segundo perfil é muito similar ao primeiro, mas por algum motivo tem um volume de faturamento superior e estável, podendo atingir dezenas ou centenas de milhares de reais por mês.

Embora também possa trabalhar em pequenos consultórios ou em casa, este costuma ser o caso de especialistas diferenciados ou referências em assuntos super específicos.

Neste patamar é bem visível que o médico deixa muito dinheiro na mesa caso tribute seus ganhos como pessoa física. Então, muitos médicos preferem abrir um CNPJ para pagar menos impostos.

Mas é importante ressaltar que a configuração do CNPJ precisa ser decidida estrategicamente, de preferência por um contador especializado em médicos.

Em contraste com o médico pessoa física, o médico PJ paga entre 6% e 13% de impostos sobre o total faturado, mas é importante fazer o arranjo certo e monitorar as atividades diárias, do ponto de vista contábil.

É neste cenário que muitos médicos lançam mão de um truque para pagar menos impostos, como explicamos neste outro post.

Clínica Médica

O terceiro modelo é o mais avançado: o médico que passa a operar uma clínica médica com estrutura maior — salas de atendimento, recepcionistas, equipamentos, exames e, muitas vezes, outros médicos associados ou contratados.

Nesse caso, o médico deixa de ser só um prestador de serviços e passa a exercer de fato o papel de empresário.

Então, a contabilidade passa a lidar com:

  • Folha de pagamento;
  • Centenas notas fiscais;
  • Planejamento tributário mais robusto; e
  • Obrigações acessórias mais complexas.

Contabilidade especializada para médicos

Concluindo, médicos com faturamento mais singelo podem se manter como pessoa física por um tempo. Mas à medida que a agenda vai lotando, pode ser interessante lançar mão de um CNPJ para prestar os mesmos serviços.

Já as empresas de saúde, com operações mais estruturadas, se assemelham a outras empresas de pequeno e médio porte, e portanto precisam do mesmo rigor contábil.

Recomendação: A Contrato PJ Serviços, parceira deste blog, tem um departamento especializado em médicos, e pode te ajudar a traçar a estratégia contábil perfeita para a sua realidade. Conheça!

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Mais sobre contabilidade para médicos

3 passos para médicos pagarem menos impostos

Truque para médicos pagarem menos impostos

Neste post você vai conhecer um arranjo astuto, mas totalmente legal para médicos pagarem menos impostos.

Esta é uma dica valiosa que excelentes contadores recomendam com frequência a clientes médicos. Ou, pelo menos, contadores especializados em medicina e serviços de saúde. Confira!

3 passos para um médico(a) pagar menos imposto

Para colocar isto em prática, você vai precisar ter:

  • um CNPJ regular e habilitado para prestar serviços médicos; e
  • muito boa organização financeira, ou uma contabilidade que o faça.

Passo 1: Identificar as despesas mensais recorrentes

Essas despesas podem incluir aluguel, salário da recepcionista, luz, água, telefone, materiais de trabalho e tudo o que for dedutível no aplicativo Carnê-Leão.

Para fins didáticos, vamos supor que as despesas de um determinado médico somem algo em torno de R$ 10 mil, e fiquem próximas desse patamar todo mês.

Passo 2: Receber como médico pessoa física

Os primeiros serviços que este médico prestar no mês, até somar os R$ 10 mil do nosso exemplo, devem ser formalizados pela pessoa física.

Na prática, isso significa que aos pacientes que lhe renderem os primeiros R$ 10 mil, ele emitirá um recibo médico como pessoa física, no CPF.

Passo 3: Receber como médico PJ

A partir do próximo paciente, aí sim o médico começa a atuar como PJ. Então, em vez de recibo, ele emite notas fiscais para os pacientes.

É importante ressaltar que, no fechamento do ano, a DMED somente poderá conter as transações feitas pela pessoa jurídica.

Qual a lógica de tudo isso?

Médicos pessoa física são obrigados a usar o aplicativo do carnê-leão e adiantar parte do Imposto de Renda todo mês. Mas o Governo permite a dedução de certos custos e despesas.

Aqui mora o truque que ajuda médicos a pagarem menos impostos legalmente: na pessoa física, você recebe um valor bem próximo das despesas; assim, o lucro apurado no seu CPF fica zerado, e o imposto também! 👍

Feito isso, os rendimentos seguintes vão para o CNPJ, que não permite dedução de despesas, mas tem uma carga tributária muito menor.

A grande dificuldade dos médicos em pagar menos imposto

Organização e controle diário. Aqui está o principal entrave para médicos de qualquer especialidade implementarem essa tática.

Neste artigo, nós citamos um exemplo de um médico(a) que trabalha só. Mas imagine o quão complexo seria uma sociedade de dois ou mais médicos fazendo esse controle – cada um com seu CPF.

É perfeitamente possível, mas requer bons controles!

Para operacionalizar isso, entre outras coisas, recomendamos a Contrato PJ Serviços – um escritório contábil parceiro nosso e que possui uma célula especializada em médicos.

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Eu não sou da área de saúde, mas trabalho com a Contrato PJ Serviços há 10 anos. É um grande parceiro e recomendo.

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CNAE para médicos

CNAE para Médicos

CNAE é o código de atividade que escolhemos ao abrir um CNPJ. Em alguns casos, ele interfere no total de imposto cobrado pelo Governo. Veja nesse post como escolher estrategicamente um CNAE para médico!

Um mesmo CNPJ deve conter um único CNAE principal, e até 99 CNAE’s complementares. Mas ao emitir a nota fiscal, é necessário escolher um único código para determinar qual o serviço prestado.

Veja a lista a seguir…

CNAE para Médicos

  • 8630-5/03 – Atividade médica ambulatorial restrita a consultas
  • 8630-5/02 – Atividade médica ambulatorial com recursos para exames complementares
  • 8630-5/01 – Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos
  • 8630-5/99 – Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente

Mas note que o melhor CNAE para médicos autônomos (que trabalham por conta própria, a domicílio, ou em consultórios muito enxutos) é o 8630-5/03 – e por isso colocamos no início da lista.

Além disso, este CNAE também atende médicos assalariados, ou seja, que trabalham regularmente como “empregados” num hospital ou empresa, e emitem uma nota fiscal todo mês para seu empregador.

Os demais CNAE’s da lista foram feitos para clínicas e estabelecimentos mais complexos – como laboratórios de exames e centros cirúrgicos.

CNAE para Dentistas

  • 8630-5/04 – Atividade odontológica

Já no mundo da odontologia, existe apenas o CNAE 8630-5/05 e o Governo não parece estar interessado em distinguir os serviços de profissionais e atividades de clínicas.

CNAE do médico muda o imposto a ser pago?

Sim, mas isso depende de dois fatores:

  • regime tributário escolhido; e
  • município onde o CNPJ foi aberto.

Por exemplo, médicos que residam em São Paulo e tenham seus CNPJ’s enquadrados no Simples Nacional não sofrem qualquer variação nos impostos por causa do CNAE. É indiferente.

Entretanto, é importante consultar uma contabilidade especializada em profissionais de saúde. Ela será capaz de diagnosticar o perfil da sua operação e traçar o melhor tratamento tributário. Para isso, nós recomendamos a Contrato PJ Serviços (WhatsApp 11932705289), que tem um departamento voltado para médicos.

Assim como detalhamos aqui os CNAE’s ideais para médicos, não deixe de ver também os CNAE’s para terapeutas e outras profissões neste outro post.

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